Concurso Público em São Bernardo

A Prefeitura de São Bernardo assinou nesta quarta-feira (14/03) o contrato com a Fundação Vunesp para a realização de concurso público que visa o preenchimento de 782 vagas em diferentes cargos.

De acordo com a administração municipal, o processo seletivo vai reforçar os quadros em 12 secretarias, incluindo as áreas de Educação, Serviços Urbanos e Guarda Civil Municipal (GCM).

Os salários variam de R$ 1.675,86 a R$ 9.348,71. A previsão é que o edital com a relação completa de cargos, salários e escolaridade exigida seja publicado entre 30 a 60 dias.

A maior parte das vagas deve ficar com a Educação com oportunidades para Diretor de Escola (50 vagas), Coordenador Pedagógico (35 vagas), Professor de Educação Básica (325 vagas), Professor de Educação Especial (10 vagas) e Orientador Pedagógico (5 vagas).

Para a GCM serão disponibilizadas 100 vagas. Há ainda oportunidades nas secretarias de Administração, Desenvolvimento Social, Finanças, Gestão Ambiental, Habitação, Obras, Planejamento Urbano, Serviços Urbanos e Transportes.

 

fonte: site da prefeitura

Anúncios
Publicado em Comunicação_campanha | Deixe um comentário

Projeto “Fala Solidária”

Oferecemos Palestras gratuitas para sua instituição crescer e ter sucesso.IMG_20180123_104529

O Projeto “Fala Solidária” oferece diversas palestras com temas variados com profissionais altamente qualificados para empresas , instituições sem fins lucrativos,  ONGs, igrejas e demais entidades.

As palestras são oferecidas gratuitamente para público geral ou para público específico: dirigido para crianças,  jovens , adultos e para pessoas da terceira idade.

Geralmente é solicitado ao participante um kg de alimento que são destinados a Entidades ou para famílias em situação de vulnerabilidade social.

Os temas são variados previamente preparados , porém tem a possibilidade de, se houver profissionais voluntários da área, solicitar temas específicos .

Se você quer promover uma palestra na sua região o que você precisa:

Ter um espaço. Caso não  tenha poderá   emprestar ou alugar um local. Geralmente se você solicitar uma igreja , um unidade de saúde,  um salão de festa geralmente não é difícil conseguir  o ambiente .

Apos ter o local é só começar a convidar as pessoas . Lembramos que é muito importante preparar o ambiente de forma que as pessoas que forem participar da palestra se sinta acolhidas.

Solicite mais informações aqui 

Publicado em Professor Iristeu | Deixe um comentário

A violência pode ser ensinada !

Ao longo da história, nós humanos demoramos muito para entender as epidemias. Não porque não investíamos ou não nos preocupávamos. O problema é que fazíamos o diagnóstico errado. O mesmo acontece hoje com a violência. Se não conseguimos entender suas motivações, não entenderemos suas causas.

Depois de uma década combatendo epidemias na África, percebi que os mapas de densidade populacional que ajudam a explicar a disseminação delas no continente eram muito parecidos com os mapas que mediam casos violentos em Nova York e Detroit. Notei então que a violência é uma doença contagiosa assim como a malária, a cólera e a tuberculose.

Ela se espalha por meio de brigas de rua, estupros, assassinatos e suicídios. Um tipo de violência provoca outro. É como um ciclo. Se quisermos revertê-lo, temos de atacar o germe antes que se espalhe e se torne uma infecção — e contamine outras pessoas.

Em 2000, demos início a um projeto-piloto de contenção da violência em Chicago, no distrito de West Garfield, na época um dos mais violentos dos Estados Unidos. Contratamos interruptores de violência para atuar igual a agentes de saúde diante de casos iniciais de gripe aviária. Eles faziam visitas diárias a líderes de gangues e grupos violentos, além de seus amigos e familiares, e davam conselhos úteis como orientações para empregos.

Em um ano, West Garfield viu o número anual de tiroteios cair 67%. Com a expansão da iniciativa para toda a Chicago, o número de assassinatos caiu de 628, em 2000, para 435 em 2010. O sucesso levou nosso programa a ser expandido para outras 15 cidades americanas e outros sete países, incluindo o Iraque.

Editora Globo

COM UMA SOCIEDADE MOBILIZADA E FORMADORES DE OPINIÃO BEM PREPARADOS, PODEMOS CURAR A VIOLÊNCIA

Há algumas semanas, fomos procurados por representantes das prefeituras de Recife e São Paulo, interessados em colocar em prática nosso programa. Nas comunidades violentas do Brasil, os moradores moram muito próximos uns dos outros, o que ajuda a disseminar a criminalidade, mas também facilita a propagação de medidas pacificadoras.

Com uma sociedade mobilizada e formadores de opinião bem preparados, podemos curar a violência. Assim, com estratégias pautadas em métodos científicos, quem sabe possamos ser vistos como a geração que encontrou a solução para um problema crônico. Do mesmo modo que os médicos do século 19 fizeram com a cólera ao descobrir que a doença não era produto de sujeira e imoralidade, e sim da atuação de um simples bacilo.


GARY SLUTKIN é um epidemiologista americano. Professor da Universidade de Illinois, nos EUA, fundou a associação Cure Violence, de Chicago

Publicado em Comunicação_campanha | Deixe um comentário

Evento Beleza da Comunidade contará com a presença do Professor Iristeu

Publicado em Professor Iristeu | 1 Comentário

Assista a primeira aula ao vivo com o Professor IRISTEU

20180412_095319

Publicado em Comunicação_campanha | Deixe um comentário

Aprender a Ser feliz. Sim, é possível!

iristeuComo você aprendeu a ler, a escrever, cozinhar, a dirigir, a pensar sobre o que é certo ou errado é possível também aprender a ser feliz.

Os cursos mais populares da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, não ensinam medicina nem direito, mas felicidade. No ano passado, mais de 1 000 alunos se inscreveram para assistir às revista S&Aaulas do professor Tal Ben-Shahar, que usa um ramo da psicologia para ajudar os estudantes de graduação na busca da realização pessoal.

Na primeira vez que ministrou revista S&Ao curso, há dez anos, oito pessoas se inscreveram. A fama cresceu e, embora os alunos façam trabalhos, não recebem notas, mas algo mais pessoal. “Eles falam que a aula muda a vida deles”, diz Tal. Nesta entrevista, ele mostra como encontrar satisfação profissional e pessoal.

VOCÊ S/A – Aulas que têm como enfoque otimismo e felicidade não são algo comum em uma universidade tradicional como Harvard. Por que criou o curso?

Tal Ben-Shahar – Comecei a estudar psicologia positiva e a ciência da felicidade porque me sentia infeliz. No meu segundo ano de estudante em Harvard, quando cursava ciência da computação, eu era bem-sucedido, pois tinha boas notas e tempo para atividades que me davam prazer, como jogar squash. Mesmo assim era infeliz.

Para entender por que, mudei de área e fui cursar filosofia e psicologia. Meu objetivo era responder a duas perguntas: por que estou triste e como posso ficar feliz? Estudar isso me ajudou, e decidi compartilhar o que aprendi.

VOCÊ S/A – Uma pesquisa de doutorado feita no Brasil revela visões diferentes do que é ser bem-sucedido, que vão além de dinheiro e poder. As pessoas buscam algo mais profundo?

Tal Ben-Shahar – Sucesso não traz, necessariamente, felicidade. Ter dinheiro ou ser famoso só nos faz ter faíscas de alegria. A definição de sucesso para as gerações mais novas mudou. Não é que as pessoas não busquem dinheiro e poder, mas há outros incentivos.

No passado, sucesso era definido de maneira restrita, e as pessoas ficavam numa empresa até a aposentadoria. Agora, há uma ânsia por ascender no trabalho, ter equilíbrio na vida pessoal e encontrar um propósito.

VOCÊ S/A – Qual a principal lição sobre a felicidade o senhor aprendeu?

O que realmente interfere na felicidade é o tempo que passamos com pessoas que são importantes para nós, como amigos e familiares — mas só se você estiver por inteiro: não adianta ficar no celular quando se encontrar com quem você ama. Hoje, muita gente prioriza o trabalho em vez dos relacionamentos, e isso aumenta a infelicidade.

VOCÊ S/A – Descobrir para onde queremos ir seria a grande questão?

Muita gente não sabe o que pretende da vida simplesmente porque nunca pensou sobre o assunto. As pessoas vivem no piloto automático. Ouvem de alguém que deveriam ser advogado ou médico, e acreditam em vez de se perguntar do que gostam. Essa é a questão fundamental.

VOCÊ S/A – Como aplicar as diretrizes da psicologia positiva no dia a dia do trabalho?

Uma maneira é pensar nos progressos diários que um profissional alcança no fim de cada dia. Segundo uma pesquisa de Teresa Amabile, professora de administração da Harvard Business School, quem faz isso tem índices mais altos de satisfação e é mais produtivo.

Deve-se também valorizar os próprios pontos fortes e, no caso dos chefes, os pontos fortes das pessoas da equipe, o que aumenta a eficiência dos times. Isso não significa deixar de lado as fraquezas, que devem ser gerenciadas. Apenas que a maior parte da energia precisa ser gasta fortalecendo os pontos fortes ao máximo.

VOCÊ S/A – Dá para fazer isso mesmo em momentos de crise ou de baixo desempenho?

Sim, desde que os profissionais sejam realistas. Em 2000, quando Jack Welch­ (ex-presidente da GE e referência em gestão) foi nomeado o gerente do século pela revista Fortune, perguntaram que conselho ele daria a outros gerentes. A resposta foi: aprendam a encarar a realidade.

O mesmo se aplica nesse caso. A psicologia positiva não defende que os erros e os pontos fracos sejam ignorados. Apenas propõe uma mudança de foco: parar de enxergar só o que vai mal e ver o que dá certo — mesmo nas crises. A proposta é observar o quadro completo da realidade.

VOCÊ S/A – Qual sua opinião sobre o discurso de que basta fazer o que ama para encontrar satisfação profissional?

Isso pode ser a solução para alguns. Na maioria dos lugares e trabalhos, é possível identificar aspectos significativos para cada pessoa. Uma pesquisa feita com profissionais que trabalham em hospitais mostrou que tanto no caso de médicos quanto de enfermeiros e auxiliares havia profissionais que enxergavam o trabalho como um chamado e outros que o viam apenas como um emprego.

Em outras palavras, o foco que damos ao trabalho acaba sendo mais importante do que a natureza dele. Alguém que é funcionário de um banco pode pensar que trabalha com planilhas o dia todo ou que está ajudando as pessoas a gerenciar sua vida.

VOCÊ S/A – O jornalista britânico Oliver Burkeman defende que não se deve buscar felicidade, mas o equilíbrio, pois ninguém pode ser feliz sempre. O que acha disso?

Concordo. A primeira lição que dou na minha aula é que nós precisamos nos conceder a permissão de sermos seres humanos. Isso significa vivenciar emoções dolorosas, como raiva, tristeza e decepção. Temos dificuldade de aceitar que todo mundo sente essas emoções às vezes. Não aceitar isso leva à frustração e à infelicidade.

VOCÊ S/A – O senhor é feliz?

Eu me considero mais feliz hoje do que há 20 anos e creio que serei ainda mais feliz daqui a cinco anos. A felicidade não é estática. É um processo que termina apenas com a morte. Encontrei significado em meu trabalho e faço o que me dá prazer, mesmo tendo, como todo mundo, momentos de estresse e sofrimento — esse é o equilíbrio que todo profissional deve almejar.

Mas também procuro desfrutar de coisas fora do mundo do trabalho: passar tempo com minha família, com meus amigos e encontrar um espaço na agenda para a ioga. Tudo com moderação.

Fonte: revista S&A

 

 

Publicado em Professor Iristeu | Deixe um comentário

Muitos símbolos para pouca fé

O Cristão que consegue exercitar sua fé sem símbolos, sem recursos mirabolantes, sem rituais, sem precisar de intermediários é outro nível.
Se for pensar seriamente o que diferencia uma água purificada, benzida, benta ou um óleo de Israel ou um pedaço de pão ou um copo de vinho de uma vassoura, de um lenço, de imagem etc. São todos símbolos que , na minha humilde opinião, mais atrapalha do que ajuda no desenvolvimento da pessoa.
Quer saber como anda sua fé?
Imagine sua prática religiosa sem nenhum símbolo.
Se após ter feito esse exercício se sentiu bem, confortável e confiante.
Parabéns.
Bem vindo ao mundo daqueles que não mais necessitam de simbologias, rituais , milagres, coisas, intermediários para chegar ao Cristo.

Agora, se você ainda precisa desses recursos para exercitar sua fé, tudo bem também, porém quanto mais cedo se livrar dessa dependência, mais cedo gozará da verdadeira liberdade.

Cadastre para receber nossas postagens

 

Publicado em Religião | Deixe um comentário